Era uma manhã chuvosa de 2º de Abril.
E eu andava com uma inquietação no coração que eu ainda não conhecia. Daqui em diante, não quero nunca mais andar assim. Quero mais amor, paz e felicidade. Essas situações da vida se encarregou de deixar uma amargura que antes eu dominava facilmente e que agora, meu amigo, até insônia me dá. Chega uma hora que, sei lá, tudo contribui para a minha agonia. Logo eu, que em várias situações indico a calma. Não vou negar que foi difícil segurar os dias enquanto injustamente eu mesma me culpava por tal revolta.
E não demorou muito não. Logo, logo chegou a tristeza, a raiva, o ciume, apareceu uma carência que não existia, um caos, a desordem.Uma chateação, eu mesma. Só depois de ouvir boas verdades inesperadas que a ficha foi caindo. Aquietei e fiz do silêncio um grande aliado. E enfim deixei tudo isso no papel ao invés de permitir que me consumam os nervos.
Tá, solidão,agora me deixa dormir. Ai, Ai... vou me reorganizar. Re-viver.

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